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Mulher em uma sacada, olhando para uma paisagem, pensando em como encontrar um sentido na vida

Como posso encontrar um sentido na vida?

Quando alguém se pergunta “Como posso encontrar um sentido na vida?”, normalmente começa investigando a si mesmo, vasculhando emoções, memórias e desejos, como se o sentido estivesse escondido em algum canto da alma. No entanto, essa busca interna quase sempre termina em frustração. Isso acontece porque nenhuma coisa, nenhum objeto e nenhuma pessoa encontra seu sentido em si mesma. O sentido verdadeiro sempre aponta para algo que existe fora da própria coisa.

Pense em um microfone. Ele pode ter um design elegante, uma engenharia complexa e materiais de alta qualidade. Ainda assim, nada disso define seu propósito. O microfone não existe para si, nem se compreende sozinho. Seu sentido está em amplificar uma voz que vem de fora dele. Separado da voz, ele perde sua razão de existir. De forma semelhante, um copo não carrega seu significado na sua estrutura ou no seu brilho. O copo não foi criado para permanecer admirado em uma prateleira. Seu sentido está em conter água, suco ou qualquer outro líquido que não nasce dele.

Tudo na criação funciona assim: árvores existem para dar fruto e sombra; sementes existem para gerar vida; instrumentos musicais existem para produzir som. Nada possui sentido isolado. Tudo encontra significado quando se conecta ao propósito para o qual foi criado. Portanto, quando buscamos o sentido da vida olhando exclusivamente para dentro, estamos tentando encontrar algo no lugar errado. Assim como um microfone não se explica sozinho, nós também não.

Como posso encontrar um sentido na vida? Olhando para quem nos criou

Aqui está a grande virada: se o sentido de todas as coisas está fora delas, então o sentido da vida humana também está fora de nós. Assim como a obra aponta para o artista, a criação aponta para o Criador. Para encontrar um sentido na vida, é necessário reconhecer que nosso propósito não está escondido em nossas preferências pessoais, mas em Deus, que nos fez, nos conhece e nos chama.

Somos como instrumentos afinados para algo maior do que a própria existência. Só encontramos direção quando voltamos nossos olhos para Aquele que nos deu vida. É por isso que, mesmo alcançando conquistas, reconhecimento, estabilidade e prazeres, muitos ainda sentem um vazio persistente. Deus não é um detalhe na jornada humana. Ele é a origem, o destino e o sentido. Assim como um copo só encontra significado quando recebe aquilo que o completa, nós encontramos identidade, propósito e direção quando recebemos de Deus aquilo que Ele sempre quis colocar em nós: vida verdadeira, alegria duradoura, clareza de propósito e comunhão com Ele.

Portanto, encontrar um sentido na vida exige reconhecer que o sentido não nasce da introspecção, mas da relação com Deus.

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O sentido da vida está em Deus porque Ele nos criou com intenção

Nada que Deus faz é aleatório. Nós existimos porque Ele quis que existíssemos. Fomos criados com intenção, chamados com propósito e convidados a viver em relacionamento com Ele. Quando se rompe essa relação, tudo perde o brilho. Quando ela é restaurada, tudo ganha sentido novamente. Assim, a busca pelo propósito não é uma exploração de sentimentos passageiros, mas uma resposta ao chamado de Deus para viver com Ele.

Uma boa conversa pode ajudar

Mas então, como encontrar “esse tal Deus” que tanto ouvimos falar? Veja bem: eu, como psicóloga e consagrada de uma Comunidade católica, não poderia chegar aqui e dizer a você que o sentido da vida está em “aceitar a si mesmo”, ou em “ser feliz do jeito que você é”, ou inventar qualquer coisa abstrata e bonitinha de se escrever. Não posso mentir para você. Se vamos falar sobre sentido, precisamos olhar para Deus. Se você acredita nisso, então vamos marcar uma conversa. Estou à sua disposição.

Geise Devit é casada, mãe de 8, consagrada da Comunidade Filhos da Cruz e psicóloga. Uma mulher alegre e decidida, que encontrou realização e um sentido para vida na missão, em ajudar os outros, em escutar, em acolher as dificuldades como psicóloga.

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